Pra não dizer que eu não fui...
















 

MUSEU DOS RAMONES




Sabedor que o Tipos é frequentado por pessoas MUITO influentes, magnatas e toda sorte de malucos, repasso esta notícia publicada no site Dynamite! Vai que um aí resolve trazer para Londrina!



Aberto há dois anos na Alemanha, um museu dedicado ao Ramones corre o risco de fechar as portas.

O proprietário do imóvel não quer mais o museu, que conta com mais de 300 itens relacionados ao quarteto nova-iorquino de punk rock.


Florian Hayler, porta-voz do museu, afirmou que adoraria achar um novo local, mas que “no momento não há para onde ir”.



O primeiro comentário da matéria do Dynamite é sensibilizante:

'isso sim é uma verdadeira sacanagem... uma banda como os Ramones que nunca teve o devido reconhecimento no cenário musical ter o museu em sua homenagem fechado... e mais pena ainda é eu não ter dinheiro pra ir lá! =/'

















 

Mark Twain - 'Letters From the Earth'



'Life was not a valuable gift, but death was. Life was a fever-dream made up of joys embittered by sorrows, pleasure poisoned by pain ... but death was sweet, death was gentle, death was kind; death healed the bruised spirit and the broken heart, and gave them rest and forgetfulness; death was man's best friend; when man could endure life no longer, death came and set him free.'






 

Historias...

Não sei como surgiu o assunto, mas começamos a falar de galinhas. Contei que quando era criança pequena lá em Poa costumava trocar garrafas velhas por pintinhos com o homem da carroça. Aí deixava eles morrerem de fome porque curtia fazer o enterro. Fazia o velório nos fundos de casa, com direito a cruzes, coroas de flores e tudo o mais. Aí a Dona Geracy deixa escapar sem querer a origem do lado negro da força, ou da família... disse que o Seu Carvalhinho, com a cumplicidade da irmã, costumavam escapar de casa e catar os pintinhos das galinhas que a mãe criava. E simplesmente enterravam os pobres bichinhos vivos!! Dona Umbelina escutava os lamentos dos pobres bichinhos, que conseguiam colocar os biquinhos para fora e pedir socorro!! (A essa hora eu já estava lacrimejando!) Snif!!

E eu achava que era mau!






 

FUTEBOL

Informações de coxeira:

Desde ontem, o sócio torcedor do Grêmio pode comprar ingressos para o Gre-Nal pela Internet. Acesse este link informe matrícula e senha. Em seguida, é só pagar, tirar uma cópia da confirmação da compra e, no dia do jogo ir direto ao setor do Olímpico Monumental que escolheu para assistir a peleia. Sem filas. Boa idéia.

Quem tem acesso à Internet fica livre de fila, da correria e garante o ingresso.



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O ex-dirigente do Corinthians Roque Citadini não vê tantos problemas no fato de seu time ter sido montado com base em lavagem de dinheiro na temporada de 2005 - aquela dos jogos anulados.

Para ele, o Corinthians não é o único clube do país a receber dinheiro de origem duvidosa de investidores, como o russo Boris Berezovski, o magnata que fugiu de seu país e vive exilado em Londres.

- Está cheio de Boris Berezovsizinhos por aí - disse Citadini, sem citar casos.

Pode dar confusão, o que não chega a ser uma surpresa na vida do tumultuado Corinthians.


Que contraste.








 

DIGA NÃO À INCLUSÃO DIGITAL!

O grande Joe Bass começou a campanha 'DIGA NÃO À INCLUSÃO DIGITAL!'! O movimento consiste em acabar com a história de comprar uma câmera digital em 148 vezes nas Casas Bahia e entregar em mãos erradas. Nas palavras do próprio Joe: 'Por essas e por outras que eu defendo o Orkut pago, a proibição da venda facilitada de implementos de informática, banda-larga cara e o fim da inclusão digital.' Totalmente de acordo com o velho Joe, incurso-me (sic!) entre as diversas comunidades e perfis do orkut e separo alguns exemplos, em solidariedade a campanha do 'DIGA NÃO À INCLUSÃO DIGITAL!':

















 

A quadrinista Fernanda Chiella criou um perfil no site ComicSpace, a idéia era apenas encontrar outros fãs de gibis. Mas o que Fernanda conseguiu foi o emprego dos sonhos: um contrato com a editora americana Shadowline, um selo da gigante dos quadrinhos Image Comics.

Aos 22 anos, a porto-alegrense que vive e trabalha em Florianópolis publicará nos Estados Unidos o gibi In Her Darkest Hour. Algumas páginas do original estão no perfil de Fernanda no ComicSpace (www.comicspace.com/fernandachiella). Navegando pelo site, um dos editores da Image conheceu o trabalho e intimou-a.

Outros artistas brasileiros conquistaram espaço no mercado americano, como Luke Ross e Roger Cruz. O caso de Fernanda é raro porque é de uma quadrinista brasileira que emplaca suas criações na terra do Homem-Aranha. In Her Darkest Hour foi concebido, escrito (em inglês) e desenhado por Fernanda.

- Não é uma típica HQ de super-herói. É sobre uma menina que passa por um período de depressão. Bem diferente do momento que estou vivendo - diz Fernanda.

O gibi sairá em agosto, em uma única edição de 28 páginas. Ainda não há planos para In Her Darkest Hour ser editado no Brasil. Segundo a artista, publicar no Exterior é mais fácil do que conseguir uma editora nacional. Fernanda se inspira no trabalho da italiana Becky Cloonan, desenhista da série American Virgins, da Vertigo (selo adulto da DC Comics).

Fã da linha Vertigo de quadrinhos adultos e dos mangás, Fernanda não é avessa aos gibis de heróis.

- Super-heróis não é um tema completamente bobo. O que não me interessa é entrar no jogo de muitos artistas do gênero, que parecem competir para ver quem consegue desenhar mais músculos em um personagem. Minha intenção é fazer com que os personagens atuem, exprimam emoções - conta.

Outra influência é o punk rock.

- Nos quadrinhos, sempre tive muito dessa atitude do punk, do faça você mesmo.






 
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